Queridos amigos da
lista:
Agora é a grande final:
vamos votar em nosso amado Chico Xavier para o Maior Brasileiro de Todos os
Tempos!
Não é pelo título, mas sim
pela importância que tal vitória representa para a Doutrina Espírita...
Princesa Isabel e
Santos Dummont merecem nosso maior respeito, pela liberdade e progresso a que
conduziram o Brasil, mas Chico soube, acima de tudo, conduzir o Brasil para
Deus!
Por isso, nosso carinho
e reconhecimento imorredouro, através de todos os meios e modos
possíveis.
Por favor, votem
aqui:
Contamos com o carinho e a
atenção de todos.
Grande e fraterno abraço,
fiquem na paz de Jesus!
Lista LEAL -
Lista Espírita André
Luiz
Moderação
ESPIRITISMO É AMOR!
Estude
ESPIRITISMO... Pratique ESPIRITISMO... Viva ESPIRITISMO!
Por um mundo melhor, mais justo e mais feliz! |
sábado, 29 de setembro de 2012
Chico Xavier, O Maior Brasileiro de Todos os Tempos
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Eventos
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
A cura pelo autoperdão
A cura pelo autoperdão
A prática do perdão é curativa.
Só através dele é possível
eliminar feridas e
cicatrizes que mantém o homem preso ao passado,
às
mágoas, a sentimentos que nada constroem.
Quando uma experiência for
amarga,
quando perceberes que erraste,
pratica o perdão para consigo
mesmo.
Só aquele que assim o faz pode perdoar seus devedores.
A caridade
deve ser praticada em primeiro lugar consigo mesmo.
Porque nossa atitude com
os outros é apenas
um reflexo do que somos conosco.
Assim não pretendas
amar ao próximo se não amas a si mesmo.
Não acredita estar sendo generoso com
teu irmão
se não és contigo.
Acalenta teu coração machucado com as labutas
e as decepções
ao invés de disparar julgamentos e impropérios contra si
próprio.
De nada adiantará.
O que vale é aprender com a experiência
dolorosa
para não ter que repeti-la.
Se o Pai te perdoa a cada deslize que
praticas
porque não haverias de fazer o mesmo?
Apesar da dor, reencontra a
paz na certeza de que todos
chegaremos ao nosso destino de plenitude
espiritual
principalmente se estivermos na sintonia do Amor,
da Fé, da
Verdade e da Caridade.
E esta última, irmão, muitas vezes vem em forma
de
atitudes duras e radicais ou de palavras que não agradam.
Porém são
elas que irão transformar o mundo num lugar melhor para se viver
porque
estará na sintonia das leis universais.
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DOUTRINA ESPÍRITA,
Mensagem
Privilegiada velhice - Momento Espírita
Privilegiada velhice
O
anúncio de sua morte se deu em 2009, poucos dias antes dela completar noventa e
nove anos de idade. Em 2005, foi descoberta por uma equipe de reportagem,
realizando seu voluntariado junto a idosos.
Natural de Bassano del Grappa, norte da Itália, veio para o Brasil fugindo da guerra.
Ela
ganhou as telas das emissoras televisivas, sendo entrevistada em dois programas
nacionais, em 2008. Numa delas afirmou que, no ano anterior, aos noventa e sete
anos, tinha renovado sua carteira de motorista.
E,
apesar de recomendações dos familiares para abandonar a direção, ela continuou a
comparecer ao serviço voluntário, em dois locais diferentes, dirigindo seu fusca
laranja, ano 74.
Recebeu
do governo do Rio Grande do Sul o troféu Ana Terra, pelos relevantes
serviços prestados à comunidade.
Radicada
em Bento Gonçalves, no estado gaúcho, demonstrava agilidade física e
mental.
Seu
nome é Ana Varianni. Servindo ao seu semelhante, no Lar do ancião e na
Sociedade Beneficente Santo Antônio, mostrava grande
carinho.
Em
uma das instituições, era responsável por nada menos de doze idosos, que se
encontravam na faixa dos setenta-setenta e cinco anos.
Servia-lhes
a alimentação na boca, dadas as deficiências de que eram portadores. E, no seu
sotaque italiano carregado, que lhe conferia ainda mais especial sonoridade, ela
amassava a comida para os que não tinham possibilidade de boa mastigação e
incentivava:
Ora,
vamos, onde se viu uma senhora dessa idade não querer comer? Se não comer, não
pode viver. Vamos lá!
Cuidadosa,
afirmava que agora, quase aos cem anos, não se permitia dirigir em grande
velocidade, ia devagar. A uma indagação espirituosa do entrevistador que se
disse apaixonado por ela e lhe propôs casamento, ela objetou:
Meu
amigo, nessa altura da vida, o melhor é que sejamos bons
amigos!
Seu
filho assim se expressou, quando da ocorrência de sua morte: Tenho a melhor
das lembranças de minha mãe. Ela viveu intensamente e alcançou todos os
objetivos da vida dela com os filhos, os netos e trabalhando para o bem-estar da
sociedade.
*
* *
Ana
morreu deixando o exemplo do dinamismo que os anos não podem apagar. Altera-se a
máquina física, as forças já não são tão intensas, contudo, a vontade de agir
permanece firme.
Exemplo
para tantos que nos dizemos tristes porque já não podemos fazer tudo que
fazíamos na juventude. Seria de analisar: Será que não conseguimos mesmo ou
será que nos acomodamos, em nome de uma certa soma de anos
vividos?
Exemplos
inúmeros existem que nos demonstram que o Espírito se sobrepõe ao corpo e o
comanda.
Maia
Plisetskaya, a bailarina russa, aos sessenta e um anos de idade, com um corpo
impecável de bailarina clássica, dançou O lago dos cisnes.
Interpretou
a infeliz Odete que, transformada em cisne branco morre de amores.
Extraordinária performance.
Essas
criaturas nos dizem que devemos sacudir a poeira dos ombros, retirar as teias de
aranha do pensamento e viver.
Viver
intensamente, não nos permitindo parar de aprender, de estudar, de produzir. Da
forma que consigamos.
Alguns
poderemos ter algumas limitações. Busquemos superá-las e, de uma vez para
sempre, retiremos do nosso vocabulário as frases: Estou velho. Não sirvo mais
para nada.
Redação do Momento Espírita.
Em 28.08.2012.
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Redação do Momento Espírita
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Tato de Mãe - Momento Espírita
Tato
de mãe
Um menino, com
um breve poeminha à mão, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso
para que o lessem.
Encontrou os
pais numa discussão acirrada a respeito de um tema que
desconhecia.
À maneira que
só as crianças conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invisível, tentando
ser escutado.
Pai, mãe,
olha o que escrevi!
Repetiu esse
acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balbúrdia no
aposento quase insuportável.
Ninguém se
entendia e todos queriam ser ouvidos.
Repentinamente, o pai, já sem paciência, tomou a folha de papel das mãos
do filho, amassou com força e disse: Já não expliquei que agora não
posso!?
Atirou o
papelote na lixeira mais próxima, o que deixou o filho sem chão e repleto de
lágrimas.
Mais
tarde, a mãe, que não havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia
de compaixão, procurou o menino.
Ela carregava
na mão esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a expressão emocionada e
condoída.
Filho... Foi
você quemescreveu este poema?
O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabeça que
sim.
Que
coisa mais linda! Você é um poeta, meu filho! Você é um poeta!
–E abraçou, carinhosamente, a
criança.
A partir
daquele dia, diz a história desse
menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.
O relato é do
próprio autor que conta que, se
não fosse pela destreza e tato de sua mãe, possivelmente não se dedicaria à
poesia.
Assim,
graças à sensibilidade daquela mulher, o mundo pôde conhecer a arte e inspiração
de Pablo Neruda.
* *
*
O tato é essa
capacidade que temos, ou não, de lidar com situações
delicadas.
Saber
dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abraçar e chorar
junto.
Para se ter
tato faz-se necessário desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de
colocar-se no sentimento do outro.
A amorosidade
também faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que é dito com amor, com
carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo
outro.
Ficamos a
pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta
de tato de pais e educadores, que não promoveram o incentivo necessário ou que
simplesmente abafaram, silenciaram talentos tão importantes.
Assim, olhemos
nossas crianças com atenção. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo
que façamos, falemos ou deixemos de falar a eles.
Nem sempre
serão grandes talentos ou gênios.
Porém, um
incentivo aqui, um elogio ali são os responsáveis primeiros pela formação de uma
boa autoestima.
Tratemos o lar
como a terra que necessita estar sempre fértil, preparada para receber as mudas
da filiação bendita, que Deus nos dá como presente e
responsabilidade.
Redação do Momento
Espírita.
Em 27.08.2012.
Em 27.08.2012.
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Redação do Momento Espírita
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Opção pela Vida - Joanna de Ângelis
Opção pela Vida
Nos atuais dias turbulentos aumentam,
assustadora e consideravelmente, os números dos indivíduos que se negam a viver,
a enfrentar os desafios e as dificuldades, fugindo por meio da ingestão de
drogas alucinógenas, do álcool, dos excessos desvigorantes, ao prosseguimento da
existência corporal.
Ao lado desses programas de autodestruição, surgem os casos dos suicídios psicológicos, nos quais as suas vítimas se enredam nas teias da depressão, da paranóia, da psicose, da esquizofrenia, sem valor moral para enfrentar os problemas e dificuldades
que fazem parte da vida.
Ao lado desses programas de autodestruição, surgem os casos dos suicídios psicológicos, nos quais as suas vítimas se enredam nas teias da depressão, da paranóia, da psicose, da esquizofrenia, sem valor moral para enfrentar os problemas e dificuldades
que fazem parte da vida.
O suicídio é o ato sumamente covarde de quem opta por fugir, despertando em realidade mais vigorosa, sem outra alternativa de escapar.
A vida não se consome na morte física e o fenômeno biológico não é a expressão real do ser.
Como conseqüência, o ex-suicida reencarnado sempre traz as matizes do crime perpetrado, sofrendo continua tentação de repetir o delito, quando defrontado por dificuldades de qualquer natureza.
É cômodo e trágico fugir psicologicamente da vida, jamais o conseguirão realmente.
Por outro lado, aparecem indivíduos que se aferram aos objetivos que se lhe representam como vida: amar apaixonadamente alguém, cuidar de outrem, dedicar-se a um labor, a uma tarefa artística ou não, a um ideal ou à abnegação, e que, concluída a motivação, negam-se a viver, matando-se emocionalmente e sucumbindo depois…
“Quem se considera livre para morrer, assume um
compromisso com
a liberdade para viver”.
a liberdade para viver”.
.
Joanna de Ângelis
Nesta quarta feira não se deixe arrastar pela vaidade
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domingo, 16 de setembro de 2012
Educação como arte - Momento Espírita
Educação como arte
A educação, bem entendida, é a chave do progresso moral.
Quando se conhecer a arte de manejar os caracteres, como se conhece a de manejar as inteligências, será possível endireitá-los, como se endireitam plantas novas.
Mas essa arte exige muito tato, muita experiência e uma profunda observação.
* * *
As palavras encontradas na resposta da questão 917 de O livro dos Espíritos, vão ao cerne do tema educação.
Tratar a educação como uma arte, implica em muita coisa.
Implica, por exemplo, em entender que ela exige atécnica e exige a inspiração, a sensibilidade.
A técnica que nos faz conhecer a alma humana, através do estudo das ciências especializadas.
Todo aquele que é educador, nas mais diferentes esferas que essa missão abrange, precisa ter conhecimento do conteúdo dessa matéria.
Não falamos apenas de professores, tutores, orientadores mas também dos pais.
Sim, os pais, como educadores, precisam buscar esse aprimoramento, sempre que possível, para desempenharem melhor o papel bendito que receberam do Criador.
Sabemos, sem dúvida, que o amor é o essencial. Mas o amor, sem a orientação da razão, do conhecimento, pode ficar sem leme e sem direção.
De forma alguma estamos colocando a necessidade de um curso técnico ou curso superior, na área da educação, para todos os pais, mas sim o acesso a leituras, cursos e orientações que os ajudem a desenvolver mais apropriadamente a tarefa que abraçam.
Como arte, a educação exige também a parcela de inspiração, de sensibilidade.
É aí que entram a empatia, o tato e a observação.
Os educadores precisam buscar entrar no sentimento de seus educandos, dessa forma crescendo juntos e proporcionando que o aprendiz se desenvolva em bases seguras.
A arte é expressão do bem e do belo e a arte da educação faz com que possa brotar, no coração do educando, a beleza que guarda dentro de si, como germe esperando o instante de florescer.
Brota apenas quando tem as condições necessárias: terra fértil, rega, sol, cuidados...
Todo mestre é um semeador e toda semeadura é também uma verdadeira arte.
* * *
Se você é educador, pai, mãe, reflita se não pode se esmerar um pouco mais no exercer essa belíssima arte.
Não relegue para segundo plano, em seu viver, a tarefa de educar.
Se está na fase das crianças pequenas e adolescentes, redobre os cuidados, redobre a atenção.
Nada na vida pode ser mais importante que isso, nesse momento de sua existência.
Esse tempo passa rápido, por isso, aproveite bem. Tudo que for semeado hoje terá reflexos em toda idade adulta.
A relação que você construir agora, com seus filhos e seus educandos, será a basepara a construção da personalidade deles.
Esmere-se. Dedique-se. Semeie.
Por ser tarefa abençoada e de suma importância para a instauração da paz na terra, recorde-se de que nunca estará sozinho ao desempenhá-la. Tenha certeza disso.
Redação do Momento Espírita com base no item 917, de O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. Feb.
Em 20.08.2012.
Em 20.08.2012.
Marcadores:
Allan Kardec,
O Livro dos Espíritos,
Redação do Momento Espírita
Você que é professor procure modelar seus alunos com seus exemplos neste domingo
sábado, 15 de setembro de 2012
Compromisso Verdadeiro - Mensagem Semanal do site Momento Fraterno
Mensagem Semanal do site Momento
Fraterno
Compromisso
Verdadeiro
Deixai-os. São cegos conduzindo cegos! Ora, se um cego conduz outro cego,
ambos acabarão caindo num
buraco.” (Mateus,
15:14)
Nosso mais urgente compromisso é com nossa
harmonia interior – paz de espírito.
A única forma que temos para auxiliar alguém, de
modo efetivo e apropriado, é mantermos equilíbrio no ato da ajuda, ou seja,
estabilidade mental, emocional e espiritual.
A crença inadequada chamada “amor salvacionista”
e o impulso desmedido de querer resolver desesperadamente os problemas alheios
são o início da nossa perda de equilíbrio. Antes de auxiliar os outros,
precisamos primeiro aprender a tomar conta de nós.
Se estamos com o coração e a mente
sobrecarregados, somos ineficazes para prestar uma real assistência. Sem
serenidade de alma, somos míopes espirituais: “ora, se um cego conduz outro
cego, ambos acabarão caindo num buraco”.
A cegueira íntima não nos permite ver com
clareza os limites da verdadeira ajuda. Muitas vezes, invadimos a
individualidade alheia, impedindo que as criaturas façam suas próprias escolhas,
esquecidos de que a decisão delas diante das dificuldades é proporcional ao seu
grau de compreensão.
Ninguém deve escolher ou decidir por
ninguém.
Por desconhecermos o caminho de aprendizado que
Deus reservou para cada um, é que subestimamos a capacidade dos outros de
solucionar as suas dificuldades. Devemos respeitar a alteridade – que faz parte
a diversidade natural da condição humana – não apenas em nós mas neles
também.
Nas práticas do bem comum, o mais importante não
é curar, e sim ensinar o doente a convier com a enfermidade até sua
autocura.
Convém repetir: nosso verdadeiro compromisso é
com nossa serenidade íntima. A partir dela, será possível ver tudo com nitidez e
realizar com moderação.
A paz de espírito nos leva à virtude de
“permanecer na medida exata”, proporcionando-nos uma coletânea de idéias e
pensamentos que nos facilitam encontrar soluções harmoniosas para os conflitos
interiores e, por conseqüência, para os exteriores.
Hammed
Por
Francisco do Espírito Santo Neto
Livro: Um Modo de
Entender
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